Ser Corinthiano é ter motivo para sofrer. Pra ser Corinthiano é preciso sofrer. O sofrimento faz parte da essência de cada Corinthiano e faz parte de cada vitória, de cada derrota, de cada conquista. Nada é fácil para esse clube. O próprio grito diz: “CORINTHIANO MALOQUEIRO E SOFREDOR, GRAÇAS A DEUS”.Foi assim, sofrido, na garra, na raça, que o Corinthians conquistou o quinto título brasileiro. Empate em 0 a 0 contra o maior rival, em um jogo feio, com poucas chances e muito sofrimento. Em um domingo que começou péssimo para o Corinthiano, com a morte de um dos maiores ídolos da história do clube, o Doutor Sócrates. Ele merecia uma homenagem e ela foi cumprida, tanto pelo time, como pela torcida.
Jogar bonito e ganhar uma final de goleada? Não, isso não é pro Corinthians!
A Fiel exige um time vibrante, raçudo e que entenda o que é Corinthians. Dribels, canetas? Não, o Corinthiano quer jogador dando carrinho, sujando o calção, dando o sague, a vida. Poucos jogadores sabem, mas esse time atual, comando por Tite, resgatou o que é Corinthians. O treinador é um dos responsáveis por isso. O time não vai ganhar na técnica, vai ganhar na raça, na superação, na vontade. Pro Corinthiano é mais satisfatório ver o meia Alex dando um carrinho na lateral do campo, do que ver uma jogada de habilidade. Jogadores assim se destacam e a torcida abraça e defende. E quando essa torcida abraça, o jogador é idolotrado de uma forma jamais vista. Esse time atual soube disso e aderiu esse estilo durante a competição. Não foi na técnica, foi na raça. Diversas viradas em jogos que pareciam perdidos. Viradas que marcaram um time que não desisti e sempre luta. Do Júlio César ao Liédson, o time entendeu o espírito do que é ser Corinthians. Os torcedores dos outros times querem goleadas de 5 ou 6 a 0. Mas, isso pro Corinthiano não tem graça, ele quer o sofrimento. Gol aos 45 minutos do segundo tempo? É normal pro Corinthiano, que nunca desiste.
Jogar bonito e ganhar uma final de goleada? Não, isso não é pro Corinthians!
A Fiel exige um time vibrante, raçudo e que entenda o que é Corinthians. Dribels, canetas? Não, o Corinthiano quer jogador dando carrinho, sujando o calção, dando o sague, a vida. Poucos jogadores sabem, mas esse time atual, comando por Tite, resgatou o que é Corinthians. O treinador é um dos responsáveis por isso. O time não vai ganhar na técnica, vai ganhar na raça, na superação, na vontade. Pro Corinthiano é mais satisfatório ver o meia Alex dando um carrinho na lateral do campo, do que ver uma jogada de habilidade. Jogadores assim se destacam e a torcida abraça e defende. E quando essa torcida abraça, o jogador é idolotrado de uma forma jamais vista. Esse time atual soube disso e aderiu esse estilo durante a competição. Não foi na técnica, foi na raça. Diversas viradas em jogos que pareciam perdidos. Viradas que marcaram um time que não desisti e sempre luta. Do Júlio César ao Liédson, o time entendeu o espírito do que é ser Corinthians. Os torcedores dos outros times querem goleadas de 5 ou 6 a 0. Mas, isso pro Corinthiano não tem graça, ele quer o sofrimento. Gol aos 45 minutos do segundo tempo? É normal pro Corinthiano, que nunca desiste.
Parabéns ao time atual por mais uma conquista. Esse não foi o campeonato que se destacou pela técnica, foi o campeonato da vontade, da luta, foi o campeonato do Sport Club Corinthians Paulista. O ano começou com uma eliminação vergonhosa e terminou com a conquista do penta.
No próximo ano, o papo volta a ser Libertadores. Competição que novamente virou o alvo do Corinthians. Tem que querer, almejar, mas não pode virar uma obsessão e muito menos uma guerra. São 14 jogos, mas o que são 14 jogos para uma equipe que venceu um campeonato de 38 rodadas. Em 2012, a equipe disputa pelo terceiro ano consecutivo e tenta o primeiro título da América.
Corinthians – ‘Não agradeço por suas vitórias, agradeço por sua existência’.


